Há que ser noite. Deixar-se ser texto. Escrever-se, pois a lua cheia derrama seus trapos para fazer-se tecido no movimento das palavras. É o ofício das estrofes praticados nos corpos.
Papel-tecido, papel-corpo.
Nos trapos, sou a busca inquieta da costura das palavras. Andarilha da madrugada, à cata de retalhos.