Estava pronta – pensei...
vou escrever uma linda poesia;
Peguei o bloco de rascunho,
caneta em punho
e fiquei olhando a folha em branco.
Meu dicionário servia
como prancheta,
pronto pra ser consultado,
e meu eu pasmado!
Porque nada em minha mente surgia,
parecia vazia.
Fato consumado.
Sentada na cama, fumei um cigarro.
Ainda embasbacada, perguntei
que poeta eu sou?
Que não sabe como começar
o que planejou.
Porém, em compensação...
vou escrever uma linda poesia;
Peguei o bloco de rascunho,
caneta em punho
e fiquei olhando a folha em branco.
Meu dicionário servia
como prancheta,
pronto pra ser consultado,
e meu eu pasmado!
Porque nada em minha mente surgia,
parecia vazia.
Fato consumado.
Sentada na cama, fumei um cigarro.
Ainda embasbacada, perguntei
que poeta eu sou?
Que não sabe como começar
o que planejou.
Porém, em compensação...
uma conclusão me deixou.
Minha mente, não é uma indústria
e nem fabrico inspiração.
Desisti.
Fui ouvir Beatles
Minha mente, não é uma indústria
e nem fabrico inspiração.
Desisti.
Fui ouvir Beatles
e pirar o cabeção.

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