domingo, 23 de agosto de 2009
Eu estou aqui. Eu escuto passos afobados que, junto com os pingos da chuva, formam melodias. Melodias que tiram de cena qualquer outra canção. A cena. Cena de um teatro amargo e triste, onde palmas são substituídas por lágrimas, e sorrisos por dor. Ninguém se senta para assistir ao espetáculo. E por que deveriam? E de que adianta tentarmos colorir o espetáculo se não nos trazem lápis o suficiente? Bem, os lápis precisam de apontador para funcionar. Aponta a dor. Sim. É claro. Poucos têm coragem de apontar e enfrentar. Mundo injusto, não é? Dá apontadores aos que não sabem ao menos apontar um lápis. E acabam apontando suas armas.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Começo
Agora começa, o real baseado no imaginário. Será algo fixo como fotos, fotos que ao olhar se tornam lembranças e nelas podemos ver muito além de nós mesmos. Fotos tem nosso contorno, claro e bem definido.
Assim será. Não esquece de nada o escrito, nem mesmo de esconder o que é supérfluo, o que acaba por nos tornar vítimas de mentes pequenas, como esconder as roupas sujas de moda e nossos rostos sujos de lágrimas. Não se esqueçe de mostrar toda a verdade que existe, o sentimento e o pensamento que se desconhece, a solidão em sol poente, a diversão em tardes de verão ou mesmo o simples abraço de dois apaixonados.
Nada que se escreve contem segredos, tudo que sai em formas te palavras é verdadeiro. Nao é deliberado nada que sai, as palavras que saem não procedem da cabeça, do raciocínio estratégico ou lógico, procede de onde doi com mais força, que faz friozinho na barriga, que dá abrigo a insônia e que também a vontade
de gritar!
Tudo que se escreve é refúgio, do sol ou do buraco que ás vezes aparece em nós . Tudo que se escreve é vitrine da gente!
Assim será. Não esquece de nada o escrito, nem mesmo de esconder o que é supérfluo, o que acaba por nos tornar vítimas de mentes pequenas, como esconder as roupas sujas de moda e nossos rostos sujos de lágrimas. Não se esqueçe de mostrar toda a verdade que existe, o sentimento e o pensamento que se desconhece, a solidão em sol poente, a diversão em tardes de verão ou mesmo o simples abraço de dois apaixonados.
Nada que se escreve contem segredos, tudo que sai em formas te palavras é verdadeiro. Nao é deliberado nada que sai, as palavras que saem não procedem da cabeça, do raciocínio estratégico ou lógico, procede de onde doi com mais força, que faz friozinho na barriga, que dá abrigo a insônia e que também a vontade
de gritar!
Tudo que se escreve é refúgio, do sol ou do buraco que ás vezes aparece em nós . Tudo que se escreve é vitrine da gente!
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